13 outubro 2006

Nobel

Estamos naquela altura do ano em que a questão volta a ganhar relevância. Nóbel ou Nobél? (os assentos são só para que se perçeba a assentuassão, eu çei escrever!)

Foi mais ou menos na altura em que o Saramago ganhou o prémio que começou a mania de dizer Nobél, não foi? Eh pá, eu continuo a dizer Nóbel, acentuado no O. O prémio chama-se Nobel em homenagem a Alfred Nobel que o instituiu. E o Alfred Nobel era sueco. Pronunciar Nobél seria mais ou menos o mesmo que pronunciar Mixael Xumaxer quando nos referimos ao hepta-campeão do mundo de Fórmula 1. Ou dizer Visquí, Vindous XP, etc.

Se as palavras são importadas (acima de tudo se são nomes de pessoas ou locais) pronunciem-nas na forma original, se faz favor, não sejam americanos (com as excepções naturais quando existe tradução, como Londres, Munique...)! É uma das coisas boas que temos é a capacidade de pronunciar de forma decente nomes estrangeiros e depois estragam tudo!

Acima de tudo, não percebo a mania de insistir na pronúncia Nobél, mas continuar a dizer Frankfurt em vez de Francoforte. E passar a dizer yôga, a entoação correcta, pelos vistos, em vez do aportuguesado yóga que era como se dizia há uns tempos.

11 comentários:

Anónimo disse...

bem visto nÉlsÓn

pntx

Pedro Pinheiro disse...

visquí? Qual visquí? Uísque, homem!

Pipinha disse...

Mas nós nem somos assim tão maus na adopção de estrangeirismos, pior são os brasileiros (e/ou os espanhois)! Nós ainda conseguimos ser um bocado "let's look at the trailler" enquanto que os nossos amigos brasucas (e mesmo os espanhois) inventam tradução para tudo! Quem é que se lembra de traduzir Rolling Stones para piedras rolantes???

Nelson disse...

tás-te a esquecer dos franceses! Também são incapazes de falar qualquer língua estrangeira (incluindo belga). Quando lá estava habituei-me a ter o meu apelido pronunciado "Sussá".

Dii disse...

Não vamos mais longe e fiquemo-nos nos regionalismos.

Uma amiga minha esteve de férias no 'Fáiál', enquanto que a maioria das pessoas passa uns dias agradáveis naquela bela ilha, que é o Faial. ( E isto acontece porque, segundo a mesma, os seus pais são naturais do norte e sempre a referiram de tal modo. E como filho de peixe sabe nadar... )


Mas sim, não somos os piores, mas conseguimos ser bem mauzinhos no 'agarrar a uôrde ali do vizinho a ver se pega féxôn'. ( Oh, então no que toca a traduções, jasus x| )


Pessoalmente, não dou grandes calinadas na acentuação de palavras. E muito me enerva, quando as pessoas simplesmente NÃO SABEM acentuar o meu nome. E olha que, ao contrário do teu, não tem nada que enganar...

Nelson disse...

Deixa lá. A mim o estado português chamou uma vez Nélson (o meu passaporte ainda diz Nélson com acento no E). Mas isso é uma história antiga... (já agora, o meu nome não leva acento; podia levar, mas não leva)

AEnima disse...

E o da Economia foi para o Phelps! um da macro, que ja estava a sair de moda, mas voltou em forca e todo o seu esplendor NA MINHA AREA DE INVESTIGACAO!!!!!!!!!! YUPI!!!!!!! eh desta que comecam a ler o que faco :)

Nelson disse...

Já agora, podias deixar uma referência que eu também ia ler! ;)

AEnima disse...

Do Phelps? Googla :)

Minha nao, sorry... ha certas vantagens no anonimato da blogoesfera tendo a minha profissao, aleluia praise the lord.

Nelson disse...

:)

AEnima disse...

Mais rapido que um aviao... eh o FlashNelson a responder!