Não o novo, credo! Esse, vem a caminho (já disse que é um iPhone?). Mas o velho resolveu morrer agora. Quer dizer, morrer, morrer, não morreu. Continua a "funcionar". Só que...
- O visor está todo branco, não dá para ver nada; preciso de saber os números de cor e não me enganar nos botões (coisa a que aquele teclado é um bocado propício) para conseguir fazer seja o que for;
- não consigo ouvir nada (isto só começou ontem, até ontem dava para fazer chamadas, lá está, desde que soubesse o número de cor)
Moral da história: só consigo ler SMS quando estou ao lado do PC: ligo o telemóvel ao computador e consigo abrir a lista de mensagens e até enviar mensagens. Só não consigo é ver a lista de chamadas perdidas e hoje já foram umas quantas.
Pontos positivos:
- o telemóvel velho ainda está na garantia (por uns meses);
- tenho aqui dois telemóveis emprestados para usar entretanto;
Pontos negativos desta história toda:
- o telemóvel velho resolveu morrer um mês antes de chegar o novo;
- não tenho o carregador de nenhum dos telemóveis emprestados.
Ou seja, provisoriamente, estou como no século passado: incomunicável (pronto, tirando o messenger, o email, o telefone fixo e os sms). Vejam lá que hoje até saí de casa SEM TELEMÓVEL, coisa impensável nos dias que correm!
20 julho 2009
16 julho 2009
10 julho 2009
As coisas que um gajo descobre...
Recebi hoje um mail a informar-me, na qualidade de utilizador do Geocities, que o serviço vai fechar. Eu não fazia ideia que era utilizador do geocities, sou capaz de ter aberto uma conta há uns 10 anos e nunca mais lhe mexi.
06 julho 2009
Madrid
Uma multidão aguardava impacientemente que as portas do estádio Santiago Bernabéu se abrissem. Esperavam impacientes por um qualquer evento que estaria programado para hoje ao fim da tarde e por lá ficaram, várias horas antes da abertura das portas, sem arredar pé.
As televisões responderam à solicitação da notícia e Sic Notícias, RTPn e TVI24 transmitiam em directo imagens do exterior do estádio e iam falando com os adeptos.
Ora como o Real Madrid perdeu a Taça do Rei (eliminado nos oitavos de final), ficou em segundo no campeonato a 9 pontos do Barcelona e não foi além de uma presença nos quartos de final da Champions deste ano, o que poderá atrair tanta gente ao estádio?
Um jogo? A entrega de um qualquer troféu inventado à pressão para que o Real pudesse ganhar qualquer coisa? Eleições para os órgãos sociais? Estariam a dar dinheiro aos adeptos?
Não, nada disso. A razão pela qual dezenas de milhar de adeptos se deslocaram ao estádio aguardando várias horas pela abertura das portas é somente a... apresentação de Cristiano Ronaldo. Evento que conta com uma cobertura mediática inacreditável (a sério, inacreditável - eu vi e mesmo assim tenho dificuldades em acreditar), contando com reportagens da partida de Cristiano Ronaldo de Tires em jacto privado, da chegada ao hotel em Madrid, do almoço de Cristiano Ronaldo, etc.
A pergunta que surge naturalmente é: han? Pois, infelizmente não tenho a resposta a essa pergunta, mas desconfio que seja "duh!"
As televisões responderam à solicitação da notícia e Sic Notícias, RTPn e TVI24 transmitiam em directo imagens do exterior do estádio e iam falando com os adeptos.
Ora como o Real Madrid perdeu a Taça do Rei (eliminado nos oitavos de final), ficou em segundo no campeonato a 9 pontos do Barcelona e não foi além de uma presença nos quartos de final da Champions deste ano, o que poderá atrair tanta gente ao estádio?
Um jogo? A entrega de um qualquer troféu inventado à pressão para que o Real pudesse ganhar qualquer coisa? Eleições para os órgãos sociais? Estariam a dar dinheiro aos adeptos?
Não, nada disso. A razão pela qual dezenas de milhar de adeptos se deslocaram ao estádio aguardando várias horas pela abertura das portas é somente a... apresentação de Cristiano Ronaldo. Evento que conta com uma cobertura mediática inacreditável (a sério, inacreditável - eu vi e mesmo assim tenho dificuldades em acreditar), contando com reportagens da partida de Cristiano Ronaldo de Tires em jacto privado, da chegada ao hotel em Madrid, do almoço de Cristiano Ronaldo, etc.
A pergunta que surge naturalmente é: han? Pois, infelizmente não tenho a resposta a essa pergunta, mas desconfio que seja "duh!"
02 julho 2009
Michael Jackson morreu
É verdade, já foi há uma semana. Mas achei por bem esperar antes de dar a notícia, porque com ele nunca se sabe... não fosse aparecer um qualquer procedimento cirúrgico experimental que lhe permitisse voltar à vida, como o Frankenstein, ou que se transformasse num zombie, coisa da qual eu suspeitei durante uns anos mas que a sua morte veio desmentir (um zombie só morre se for desmembrado e, à parte o facto de ter sido autopsiado, não me parece que o tenham cortado às postas).
Mas não, até ver já se passou uma semana* e ele continua falecido. Por isso posso dizer com alguma certeza (claro que quando o sujeito é quem é nunca se pode ter 100% de certezas) que Michael Jackson morreu.`
*uma semana é o prazo máximo em que uma pessoa se pode tornar um zombie. Por várias razões, que agora não me apetece explicar...
Mas não, até ver já se passou uma semana* e ele continua falecido. Por isso posso dizer com alguma certeza (claro que quando o sujeito é quem é nunca se pode ter 100% de certezas) que Michael Jackson morreu.`
*uma semana é o prazo máximo em que uma pessoa se pode tornar um zombie. Por várias razões, que agora não me apetece explicar...
30 junho 2009
Anda tudo louco?
No outro dia fui jantar com um amigo ao pé do Campo Pequeno. O jantar correu sem qualquer tipo de incidentes, não é por causa da forma como decorreu a refeição que escrevo este post. Comi grelhada mista e estava muito boa. Bebi Nestea. De limão.
A coisa esquisita, esquisita mesmo, que me faz duvidar da sanidade mental dos meus concidadãos é o que aconteceu depois do jantar. Bom, não foi logo depois, depois do jantar fomos beber café a outro sítio e aí também nada de estranho se passou. Duas bicas, 1,70 euros, 10 minutos de conversa, tudo normal.
É que a seguir fiz companhia ao tal meu amigo até ao carro dele e ele depois deixou-me ao pé do meu. Também não houve nada de extraordinário aqui. O carro dele estava no sítio, não havia riscos de assinalar, tudo perfeitamente normal.
O que aconteceu de estranho mesmo foi quando cheguei ao meu carro. Não que tivesse acontecido alguma coisa ao carro, nada disso. Estava no sítio, sem riscos nem vidros partidos.
Mas à medida que me aproximava comecei a ouvir um barulho ensurdecedor. Parecia que um milhão de andaimes das obras tinham sido largados no cimo da rua e eu olhava para todos os lados à espera de ver uma torrente de peças de andaimes na minha direcção, assim meio à filme (só que nos filmes costumam ser torrentes de água, neste caso seria uma torrente de metal, o que ainda seria mais esquisito - e que por si só justificava um post dedicado ao tema, uma enxorrada de varas de metal a rebolarem rua abaixo). Mas não, nada disso aconteceu. O barulho é que continuava, cada vez mais alto. E eu quase a chegar ao meu carro e o barulho era insuportável e comecei a temer pela minha vida. Medo infundado, está-se mesmo a ver, porque ainda cá estou, a escrever este post. O que eu vi foi...
(Acho que está na hora de fazer um parêntesis congratulatório - palavra linda que não sei se existe, mas se não existe devia existir - a todos quantos continuam a ler neste momento. Têm a minha admiração, senão mesmo inveja, por conseguirem ler um tal chorrilho de nadas sem desanimar, sem perder a fé que algo de único se seguirá, que o tempo perdido, aliás, investido na leitura deste post será recompensado com o relato de um qualquer acontecimento rocambolesco - outra palavra linda, mas esta eu sei que existe - que vos fará pensar "raios, pá, este gajo é um espectáculo; só a mim não acontecem coisas destas que se eu tivesse uma história destas para contar até era capaz de conseguir engatar gajas"; feita a devida vénia aos resistentes, prossigamos - vêm como eu até consigo conjugar verbos esquisitos? sou o máximo, não sou? - para o relato do resto da história que, salvo erro, ia numas reticências)
O que eu vi foi... tão (note-se como após conjugar correctamente o verbo prosseguir me mostro incapaz de conjugar o verbo estar - são os pequenos paradoxos que dão graça à vida) a ver aquelas trotinetes, triciclos, com 50 cm3 de cilindrada que, por regra, andam à nossa frente a 20 km/h quando estamos cheios de pressa e porque ocupam mais de meia faixa não nos dão hipótese de ultrapassar? Coisas como esta? Pois bem, a que vi não era azul, era vermelha (pormenor importantíssimo na história, como verão já a seguir). E estava a ser... rebocada por um automóvel.
Pronto, admito, o último parágrafo foi um bocado anti-climático. Tanta coisa, tanto suspense com o barulho ensurdecedor do metal e no fim de contas era um triciclo a ser rebocado? Talvez seja melhor adiantar um outro pormenor: talvez rebocado não seja o termo certo, o termo mais apropriado será arrastado. É que o tal triciclo tombou e o seu rebocador continuou, impávido e sereno (e a uns bons 40 km/h numa estrada com faixas estreitas e carros estacionados de um lado e do outro) a arrastar aquele peso morto, tombado sobre o asfalto (Ah! daí a barulheira!), mais ou menos a direito. Até que...
Até que as pequenas oscilações do veículo rebocado começaram a aumentar, a aumentar e pouco depois de passar pelo sítio onde eu tinha o meu carro estacionado (e é tão lindo o meu carro, quase sem riscos), o triciclo começou a comportar-se como uma bola de pinball, ressaltando em tudo o que era carro estacionado e fazendo ziguezaguear o seu industrioso rebocador. Que veio depois a perder o controlo da viatura e bateu numa das muitas árvores do separador central.
Por isso eu pergunto: anda tudo louco ou quê? Quem é a besta que se lembra de rebocar um tricilo a abrir e mesmo depois de o fazer tombar não pára? ainda para mais estamos a falar de um a coisa com três rodas relativamente próximas e uma altura considerável, não prima pela estabilidade.
Só sei que havia imensos vidros estilhaçados na rua, um homem em tronco nú (talvez o legítimo dono do triciclo?) corria rua abaixo e o rebocador (um fiat uno com mais de 20 anos ou coisa parecida) lá estava, encostado à árvore. Pelo caminho, carros estacionados com riscos nas portas e nos pára-choques.
A coisa esquisita, esquisita mesmo, que me faz duvidar da sanidade mental dos meus concidadãos é o que aconteceu depois do jantar. Bom, não foi logo depois, depois do jantar fomos beber café a outro sítio e aí também nada de estranho se passou. Duas bicas, 1,70 euros, 10 minutos de conversa, tudo normal.
É que a seguir fiz companhia ao tal meu amigo até ao carro dele e ele depois deixou-me ao pé do meu. Também não houve nada de extraordinário aqui. O carro dele estava no sítio, não havia riscos de assinalar, tudo perfeitamente normal.
O que aconteceu de estranho mesmo foi quando cheguei ao meu carro. Não que tivesse acontecido alguma coisa ao carro, nada disso. Estava no sítio, sem riscos nem vidros partidos.
Mas à medida que me aproximava comecei a ouvir um barulho ensurdecedor. Parecia que um milhão de andaimes das obras tinham sido largados no cimo da rua e eu olhava para todos os lados à espera de ver uma torrente de peças de andaimes na minha direcção, assim meio à filme (só que nos filmes costumam ser torrentes de água, neste caso seria uma torrente de metal, o que ainda seria mais esquisito - e que por si só justificava um post dedicado ao tema, uma enxorrada de varas de metal a rebolarem rua abaixo). Mas não, nada disso aconteceu. O barulho é que continuava, cada vez mais alto. E eu quase a chegar ao meu carro e o barulho era insuportável e comecei a temer pela minha vida. Medo infundado, está-se mesmo a ver, porque ainda cá estou, a escrever este post. O que eu vi foi...
(Acho que está na hora de fazer um parêntesis congratulatório - palavra linda que não sei se existe, mas se não existe devia existir - a todos quantos continuam a ler neste momento. Têm a minha admiração, senão mesmo inveja, por conseguirem ler um tal chorrilho de nadas sem desanimar, sem perder a fé que algo de único se seguirá, que o tempo perdido, aliás, investido na leitura deste post será recompensado com o relato de um qualquer acontecimento rocambolesco - outra palavra linda, mas esta eu sei que existe - que vos fará pensar "raios, pá, este gajo é um espectáculo; só a mim não acontecem coisas destas que se eu tivesse uma história destas para contar até era capaz de conseguir engatar gajas"; feita a devida vénia aos resistentes, prossigamos - vêm como eu até consigo conjugar verbos esquisitos? sou o máximo, não sou? - para o relato do resto da história que, salvo erro, ia numas reticências)
O que eu vi foi... tão (note-se como após conjugar correctamente o verbo prosseguir me mostro incapaz de conjugar o verbo estar - são os pequenos paradoxos que dão graça à vida) a ver aquelas trotinetes, triciclos, com 50 cm3 de cilindrada que, por regra, andam à nossa frente a 20 km/h quando estamos cheios de pressa e porque ocupam mais de meia faixa não nos dão hipótese de ultrapassar? Coisas como esta? Pois bem, a que vi não era azul, era vermelha (pormenor importantíssimo na história, como verão já a seguir). E estava a ser... rebocada por um automóvel.
Pronto, admito, o último parágrafo foi um bocado anti-climático. Tanta coisa, tanto suspense com o barulho ensurdecedor do metal e no fim de contas era um triciclo a ser rebocado? Talvez seja melhor adiantar um outro pormenor: talvez rebocado não seja o termo certo, o termo mais apropriado será arrastado. É que o tal triciclo tombou e o seu rebocador continuou, impávido e sereno (e a uns bons 40 km/h numa estrada com faixas estreitas e carros estacionados de um lado e do outro) a arrastar aquele peso morto, tombado sobre o asfalto (Ah! daí a barulheira!), mais ou menos a direito. Até que...
Até que as pequenas oscilações do veículo rebocado começaram a aumentar, a aumentar e pouco depois de passar pelo sítio onde eu tinha o meu carro estacionado (e é tão lindo o meu carro, quase sem riscos), o triciclo começou a comportar-se como uma bola de pinball, ressaltando em tudo o que era carro estacionado e fazendo ziguezaguear o seu industrioso rebocador. Que veio depois a perder o controlo da viatura e bateu numa das muitas árvores do separador central.
Por isso eu pergunto: anda tudo louco ou quê? Quem é a besta que se lembra de rebocar um tricilo a abrir e mesmo depois de o fazer tombar não pára? ainda para mais estamos a falar de um a coisa com três rodas relativamente próximas e uma altura considerável, não prima pela estabilidade.
Só sei que havia imensos vidros estilhaçados na rua, um homem em tronco nú (talvez o legítimo dono do triciclo?) corria rua abaixo e o rebocador (um fiat uno com mais de 20 anos ou coisa parecida) lá estava, encostado à árvore. Pelo caminho, carros estacionados com riscos nas portas e nos pára-choques.
25 junho 2009
Limpezas da primavera
Há uma boa razão para que as limpezas a fundo sejam feitas na primavera. A minha casa vai para obras e tive de arrumar tudo na sala (e cabeu*), pôr plástico em cima de tudo para evitar que apanhasse pó, etc.
De caminho mandei uma carrada de coisas fora, umas para o lixo, outras para reciclar, outras ainda para dar, etc.
Com o calor que esteve esta semana devo dizer-vos que não é uma tarefa agradável. Da próxima vez tenho de fazer isto em Março ou coisa assim, quando a temperatura ainda é suportável.
*cabeu, e não coube, porque me apetece. E como o blog é meu, eu escrevo como me apetece.
De caminho mandei uma carrada de coisas fora, umas para o lixo, outras para reciclar, outras ainda para dar, etc.
Com o calor que esteve esta semana devo dizer-vos que não é uma tarefa agradável. Da próxima vez tenho de fazer isto em Março ou coisa assim, quando a temperatura ainda é suportável.
*cabeu, e não coube, porque me apetece. E como o blog é meu, eu escrevo como me apetece.
15 junho 2009
Wolfram Alpha
A Wolfram, conhecida por editar o software Mathematica, criou agora uma espécie de holy graal dos curiosos: fazem uma pergunta e, desde que a resposta seja factual e objectiva, o Wolfram Alpha consegue responder.
Vai daí, resolvi ir ao Wolfram Alpha procurar Deus. Perguntei-lhe "Where is God?", e ele disse-me logo, com um mapa e tudo para eu não me perder pelo caminho!!! Pelos vistos, Deus está na Hungria. O Wolfram Alpha sabe mesmo tudo!
Vai daí, resolvi ir ao Wolfram Alpha procurar Deus. Perguntei-lhe "Where is God?", e ele disse-me logo, com um mapa e tudo para eu não me perder pelo caminho!!! Pelos vistos, Deus está na Hungria. O Wolfram Alpha sabe mesmo tudo!
Frustração é
Esperar 20 minutos que o excelentíssimo senhor acabe de consultar os movimentos de todas as contas, pague a água, luz e gás e carregue 8 números de telemóvel para depois descobrir que a máquina... não tem dinheiro.
E por causa disso tenho de ir para o fundo da fila da máquina do lado. Porque é que as máquinas multibanco não têm um sinal luminoso a avisar se não têm dinheiro ou talões? Já têm um para avisar que estão fora de serviço, mas esse nem faz assim tanta falta: se está fora de serviço não há ninguém à espera na fila para usar a máquina. Agora esperar para descobrir que
a) não há dinheiro e por isso não posso fazer levantamentos
b) não há talões e por isso não posso carregar o telemóvel
é muito frustrante...
E por causa disso tenho de ir para o fundo da fila da máquina do lado. Porque é que as máquinas multibanco não têm um sinal luminoso a avisar se não têm dinheiro ou talões? Já têm um para avisar que estão fora de serviço, mas esse nem faz assim tanta falta: se está fora de serviço não há ninguém à espera na fila para usar a máquina. Agora esperar para descobrir que
a) não há dinheiro e por isso não posso fazer levantamentos
b) não há talões e por isso não posso carregar o telemóvel
é muito frustrante...
25 maio 2009
IRS, parte II
Pronto, já está entregue. E, como podem comprovar pela data e hora de publicação deste post, perfeitamente dentro do prazo! Agora é esperar que as contas batam certo... (espero bem que sim, por uma vez a simulação deu-me boas notícias!)
IRS
Mas porque raio é que isto acontece uns 800 milhões de anos depois de aparecerem as declarações electrónicas? Hoje é o último dia para entregar a declaração de IRS para gente como eu (escravos miseráveis, mas independentes) e o site das declarações electrónicas tá em baixo. Tem sido sempre assim? (eu costumo entregar uns dias antes do fim do prazo, este ano é que me distrai com as datas...)
LEIRIAAAAAAAAAA
Foi quase épico. Só não foi porque se tratava do campeonato da II Liga, se fosse da primeira seria épico.
A União de Leiria (o meu clube do coração) depois de ter descido à segunda na época passada passou as passas do Algarve no início do campeonato. À jornada 12 eram 15º (e penúltimos) e estavam nos lugares que davam acesso directo a nova descida de divisão (coisa que acabou por acontecer ao Boavista por sinal). À 14ª jornada estavam em 14º. E de repente... começou uma extraordinária reviravolta! De 14º para 9º, depois para 7º, 6º, 4º, 3º e na última jornada, precisando de ganhar e que o Santa Clara empatasse ou perdesse... ganhámos, eles perderam e voltámos a subir!
Duas palavras mais sobre o campeonato da II Liga que este ano até fui acompanhando (embora, pelos resultados até meio, em silêncio): para o Santa Clara que esteve nos lugares que dão acesso à I divisão desde a jornada 4 deitou tudo a perder com uma ponta final bastante abaixo do nível inicial; e para o Major Valentim Loureiro que viu os "seus" dois clubes, Boavista e Gondomar, ocuparem os últimos dois lugares e descem ambos à II Divisão B.
P'ró ano há bola à séria em Leiria outra vez. Só é pena o estádio ter uma audiência média de 1000 pessoas (isto já contando com os jogos com Benfica, Porto e Sporting, se tirarmos esses são 500 gatos pingados a ver os jogos). Mas, estádio vazio por estádio vazio, mais vale jogar na I que na II!
A União de Leiria (o meu clube do coração) depois de ter descido à segunda na época passada passou as passas do Algarve no início do campeonato. À jornada 12 eram 15º (e penúltimos) e estavam nos lugares que davam acesso directo a nova descida de divisão (coisa que acabou por acontecer ao Boavista por sinal). À 14ª jornada estavam em 14º. E de repente... começou uma extraordinária reviravolta! De 14º para 9º, depois para 7º, 6º, 4º, 3º e na última jornada, precisando de ganhar e que o Santa Clara empatasse ou perdesse... ganhámos, eles perderam e voltámos a subir!
Duas palavras mais sobre o campeonato da II Liga que este ano até fui acompanhando (embora, pelos resultados até meio, em silêncio): para o Santa Clara que esteve nos lugares que dão acesso à I divisão desde a jornada 4 deitou tudo a perder com uma ponta final bastante abaixo do nível inicial; e para o Major Valentim Loureiro que viu os "seus" dois clubes, Boavista e Gondomar, ocuparem os últimos dois lugares e descem ambos à II Divisão B.
P'ró ano há bola à séria em Leiria outra vez. Só é pena o estádio ter uma audiência média de 1000 pessoas (isto já contando com os jogos com Benfica, Porto e Sporting, se tirarmos esses são 500 gatos pingados a ver os jogos). Mas, estádio vazio por estádio vazio, mais vale jogar na I que na II!
20 maio 2009
Atchim?
Estive perto do México (ok, não muito perto, mas consideravelmente mais perto do que estou agora). Até ver não, não estou a espirrar.
Mas vi uma coisa que nunca tinha visto: um avião demorar mais de 1 hora para descolar depois de ter entrado no taxiway (éramos 30º na fila!). Na descolagem anterior (no mesmo aeroporto, que me serviu só para escala nos dois sentidos), quando o avião virou para a pista contei 16 aviões atrás de nós, todos alinhadinhos à espera. Isso sim, são aeroportos movimentados! (na Portela o pior que me aconteceu foi ter 5 ou 6 à frente, mas também não costumo viajar na "hora de ponta").
Mas vi uma coisa que nunca tinha visto: um avião demorar mais de 1 hora para descolar depois de ter entrado no taxiway (éramos 30º na fila!). Na descolagem anterior (no mesmo aeroporto, que me serviu só para escala nos dois sentidos), quando o avião virou para a pista contei 16 aviões atrás de nós, todos alinhadinhos à espera. Isso sim, são aeroportos movimentados! (na Portela o pior que me aconteceu foi ter 5 ou 6 à frente, mas também não costumo viajar na "hora de ponta").
13 maio 2009
Afinal, cura-se!
E não é que afinal a homossexualidade cura-se!? Ou melhor, há terapias para "reorientação da orientação sexual", diz a notícia.
Sobre os méritos ou deméritos desta posição, não me pronuncio. Seria como pronunciar-me sobre o criacionismo versus evolucionismo ou sobre as teorias que dizem que o Sol anda em torno da Terra. Não me pronuncio sobre absurdos.
Mas acho que devo dizer alguma coisa sobre a expressão "reorientação da orientação sexual": não se reorienta uma orientação. Muda-se uma orientação. Dizer que se "reorienta uma orientação" quer dizer que inicialmente a orientação foi orientada. A orientação sexual pode ser escolhida, assumida, descoberta, mas não é orientada. Quem se orienta é a pessoa que escolhe, assume, descobre uma orientação sexual. Logo, a pessoa que escolhe, assume, descobre uma orientação sexual pode ser reorientada, a própria orientação sexual, não.
Seria bom que, sobretudo em temas tão delicados, houvesse o cuidado por parte de pessoas com responsabilidade em não utilizar expressões que não fazem qualquer sentido, do ponto de vista lógico. Mas acho que isso é um pedido tão absurdo como esperar que os dirigentes políticos discursem com conteúdo e não apenas com chavões vazios de sentido, ou que nos debates sobre futebol a argumentação fosse com base em factos e não acusações repetidas e não fundamentadas. Enfim, eu sou um sonhador...
Sobre os méritos ou deméritos desta posição, não me pronuncio. Seria como pronunciar-me sobre o criacionismo versus evolucionismo ou sobre as teorias que dizem que o Sol anda em torno da Terra. Não me pronuncio sobre absurdos.
Mas acho que devo dizer alguma coisa sobre a expressão "reorientação da orientação sexual": não se reorienta uma orientação. Muda-se uma orientação. Dizer que se "reorienta uma orientação" quer dizer que inicialmente a orientação foi orientada. A orientação sexual pode ser escolhida, assumida, descoberta, mas não é orientada. Quem se orienta é a pessoa que escolhe, assume, descobre uma orientação sexual. Logo, a pessoa que escolhe, assume, descobre uma orientação sexual pode ser reorientada, a própria orientação sexual, não.
Seria bom que, sobretudo em temas tão delicados, houvesse o cuidado por parte de pessoas com responsabilidade em não utilizar expressões que não fazem qualquer sentido, do ponto de vista lógico. Mas acho que isso é um pedido tão absurdo como esperar que os dirigentes políticos discursem com conteúdo e não apenas com chavões vazios de sentido, ou que nos debates sobre futebol a argumentação fosse com base em factos e não acusações repetidas e não fundamentadas. Enfim, eu sou um sonhador...
08 maio 2009
Fontes fidedignas
Já se sabe que a Wikipedia não é uma fonte fidedigna. Apesar de a quase totalidade da informação nela contida estar devidamente referenciada e ser correcta, porque os artigos podem ser editados por qualquer um corre-se o risco de estar a ler apenas um dos lados de uma questão ou estar a ler apenas parte da informação.
Seria de esperar que os jornalistas soubessem disso: lá porque está na wikipedia não quer dizer que seja automaticamente verdade!
Pois, seria de esperar que todos soubessem mas, pelos vistos, nem todos sabem.
A propósito desta história (que é hilariante, confesso), a senhora que ocupa um cargo parecido com o de provedor do leitor no The Guardian escreve: The moral of this story is not that journalists should avoid Wikipedia, but that they shouldn't use information they find there if it can't be traced back to a reliable primary source. Ao que eu respondo: Nãaaaaaaao, a sério??? Então, a lição de moral que se tira desta história é que os jornalistas devem confirmar as informações junto de fontes primárias? E eu que quase que jurava a pés juntos que esse princípio é ensinado em tudo o que é curso de jornalismo: só se escreve o que pôde ser confirmado! Pelos vistos enganei-me. A obrigatoriedade de confirmar informações é coisa recente, motivada apenas por este caso de fraude que enganou "jornalistas" do mundo inteiro. E limita-se à confirmação de informações da wikipedia. O que estiver num blog, por exemplo, fica aparentemente isento desta obrigatoriedade de confirmação.
Um pormenor delicioso: os tais jornalistas não acharam estranho que a citação não estivesse referenciada numa qualquer nota de rodapé. Já os editores da wikipedia acharam que essa informação, por não indicar as fontes, não era fidedigna e removeram-na. Se calhar devíamos trocar: púnhamos os jornalistas a editar a wikipedia e os editores da wikipedia iam escrever histórias para jornais. Perdíamos uma enciclopédia, mas ganhávamos uma melhor comunicação social.
(obrigado Pedro)
Seria de esperar que os jornalistas soubessem disso: lá porque está na wikipedia não quer dizer que seja automaticamente verdade!
Pois, seria de esperar que todos soubessem mas, pelos vistos, nem todos sabem.
A propósito desta história (que é hilariante, confesso), a senhora que ocupa um cargo parecido com o de provedor do leitor no The Guardian escreve: The moral of this story is not that journalists should avoid Wikipedia, but that they shouldn't use information they find there if it can't be traced back to a reliable primary source. Ao que eu respondo: Nãaaaaaaao, a sério??? Então, a lição de moral que se tira desta história é que os jornalistas devem confirmar as informações junto de fontes primárias? E eu que quase que jurava a pés juntos que esse princípio é ensinado em tudo o que é curso de jornalismo: só se escreve o que pôde ser confirmado! Pelos vistos enganei-me. A obrigatoriedade de confirmar informações é coisa recente, motivada apenas por este caso de fraude que enganou "jornalistas" do mundo inteiro. E limita-se à confirmação de informações da wikipedia. O que estiver num blog, por exemplo, fica aparentemente isento desta obrigatoriedade de confirmação.
Um pormenor delicioso: os tais jornalistas não acharam estranho que a citação não estivesse referenciada numa qualquer nota de rodapé. Já os editores da wikipedia acharam que essa informação, por não indicar as fontes, não era fidedigna e removeram-na. Se calhar devíamos trocar: púnhamos os jornalistas a editar a wikipedia e os editores da wikipedia iam escrever histórias para jornais. Perdíamos uma enciclopédia, mas ganhávamos uma melhor comunicação social.
(obrigado Pedro)
06 maio 2009
Okapi
Fui ao Zoo. Já não ia lá há perto de... 25 anos?! Devo dizer que o Zoo de Lisboa já não tem nada a ver com as recordações que eu ainda tinha. Quando lá fui a última vez era velho, com muitas estruturas em mau estado e o deprimente elefante a tocar a sineta a troco de moedas.
O elevante das moedas já terá morrido, ou pelo menos já não toca a sineta, as estruturas estão recuperadas, os animais têm boas condições de habitabilidade (tanto quanto se consegue ter num Zoo, sobretudo um tão pequeno como o nosso) e o programa de apadrinhamento de animais por parte de empresas está a funcionar. Garante receitas para o Zoo e retorno publicitário para as empresas (adivinhem quem patrocina o jaguar!).
A malta em geral só vai ao Zoo quanto tem miudos pequenos (filhos, sobrinhos, primos, etc). Não façam isso. Vão lá, mesmo que não tenham a desculpa de ir só "fazer compania ao miudo".
Pontos altos da visita:
Vi os okapis ao vivo! Yeeee! Há já uns anos que o Zoo tem anunciado os okapis como as estrelas da companhia e devo confessar a minha ignorância: quando vi o anúncio as primeiras vezes não fazia ideia do que raio era um okapi. É engraçado em fotografia, mais ainda ao vivo.
E fiz festinhas num leão marinho! Parte do show de acrobacias dos leões marinhos e golfinhos (com a participação de uma guest star, uma baleia piloto que deu à costa há uns tempos na Nazaré e que se chama... Nazaré) consiste em levar o leão marinho a passear-se no meio do público e "dar beijinhos" (ou melhor, marradas) às pessoas. Eu ainda levei um beijinho na bochecha do anfíbio gordo (nota: para mim mamíferos que passam a maior parte do tempo na água são anfíbios ou peixes; os golfinhos e baleias são peixes, as focas e leões marinhos são anfíbios). O animal pesa uns 400 milhões de quilos e quando o vi esticar-se na minha direcção fiquei um bocado surpreendido (diria que apanhei um susto, mas sou demasiado macho para admitir uma coisa dessas).
Preço do bilhete: 16 euros. Dinheiro bem gasto!
O elevante das moedas já terá morrido, ou pelo menos já não toca a sineta, as estruturas estão recuperadas, os animais têm boas condições de habitabilidade (tanto quanto se consegue ter num Zoo, sobretudo um tão pequeno como o nosso) e o programa de apadrinhamento de animais por parte de empresas está a funcionar. Garante receitas para o Zoo e retorno publicitário para as empresas (adivinhem quem patrocina o jaguar!).
A malta em geral só vai ao Zoo quanto tem miudos pequenos (filhos, sobrinhos, primos, etc). Não façam isso. Vão lá, mesmo que não tenham a desculpa de ir só "fazer compania ao miudo".
Pontos altos da visita:
Vi os okapis ao vivo! Yeeee! Há já uns anos que o Zoo tem anunciado os okapis como as estrelas da companhia e devo confessar a minha ignorância: quando vi o anúncio as primeiras vezes não fazia ideia do que raio era um okapi. É engraçado em fotografia, mais ainda ao vivo.
E fiz festinhas num leão marinho! Parte do show de acrobacias dos leões marinhos e golfinhos (com a participação de uma guest star, uma baleia piloto que deu à costa há uns tempos na Nazaré e que se chama... Nazaré) consiste em levar o leão marinho a passear-se no meio do público e "dar beijinhos" (ou melhor, marradas) às pessoas. Eu ainda levei um beijinho na bochecha do anfíbio gordo (nota: para mim mamíferos que passam a maior parte do tempo na água são anfíbios ou peixes; os golfinhos e baleias são peixes, as focas e leões marinhos são anfíbios). O animal pesa uns 400 milhões de quilos e quando o vi esticar-se na minha direcção fiquei um bocado surpreendido (diria que apanhei um susto, mas sou demasiado macho para admitir uma coisa dessas).
Preço do bilhete: 16 euros. Dinheiro bem gasto!
30 abril 2009
Conflito de interesses?
Serei eu o único a achar que não deve ser o Parlamento a decidir sobre assuntos que directamente influenciam os partidos políticos? É que, não sei, mas parece-me que há assim um ligeiro conflito de interesses.
Por exemplo, o Parlamento aprovou um aumento do valor máximo permitido de donativos em dinheiro de cerca de 22 mil euros para mais de 1.25 milhões. Assim de repente, sem olhar para em pormenor para as motivações dos vários partidos representados no Parlamento que decerto serão as mais honestas e bem-intencionadas, mas assim de repente parece-me, sei lá... pouco transparente.
Por exemplo, o Parlamento aprovou um aumento do valor máximo permitido de donativos em dinheiro de cerca de 22 mil euros para mais de 1.25 milhões. Assim de repente, sem olhar para em pormenor para as motivações dos vários partidos representados no Parlamento que decerto serão as mais honestas e bem-intencionadas, mas assim de repente parece-me, sei lá... pouco transparente.
27 abril 2009
email descartável
Quando me registo num site qualquer penso sempre se devia ou não dar o meu endereço de email. É que há sempre o risco de começar a receber spam à conta desse registo. Mas agora há a solução ideal: o mailinator!
Como funciona?
1. Inventam um endereço de email qualquer. A sério, qualquer um serve. pode ser abracadabra@mailinator.com.
2. Registam-se no tal site do qual contam receber spam com alguma frequência dando o endereço do mailinator como se fosse o vosso endereço de email.
3. Vão ao site do mailinator ver o mail. Não há registos, não há passwords, não há nada. Assim que um mail chega a uma conta de email, a conta é criada.
Depois podem esquecer-se desta conta e da próxima vez inventam um endereço novo.
Ah, sim: é bem possível que encontrem mails nessas mailboxes que não eram para vocês. Outras pessoas podem ter dado o mesmo endereço num qualquer site. Mas como à partida estas contas só servem para receber lixo...
(obrigado Pedro)
Como funciona?
1. Inventam um endereço de email qualquer. A sério, qualquer um serve. pode ser abracadabra@mailinator.com.
2. Registam-se no tal site do qual contam receber spam com alguma frequência dando o endereço do mailinator como se fosse o vosso endereço de email.
3. Vão ao site do mailinator ver o mail. Não há registos, não há passwords, não há nada. Assim que um mail chega a uma conta de email, a conta é criada.
Depois podem esquecer-se desta conta e da próxima vez inventam um endereço novo.
Ah, sim: é bem possível que encontrem mails nessas mailboxes que não eram para vocês. Outras pessoas podem ter dado o mesmo endereço num qualquer site. Mas como à partida estas contas só servem para receber lixo...
(obrigado Pedro)
14 abril 2009
Fool me once
Há um ditado em inglês, tornado célebre por George W. Bush, que diz qualquer coisa como "Fool me once, shame on you, fool me twice shame, errr..., fool me once, shame on me, fool me... errr... well, you can't fool me twice!"
Ah não?
(Nota: o ditado na verdade diz "Fool me once, shame on you, fool me twice, shame on me", mas o GWB às vezes tinha estes problemas de fluidez no seu discurso)
Ah não?
(Nota: o ditado na verdade diz "Fool me once, shame on you, fool me twice, shame on me", mas o GWB às vezes tinha estes problemas de fluidez no seu discurso)
13 abril 2009
Há boas ideias e há Boas Ideias!
Nunca vos aconteceu fechar uma janela do browser e no instante seguinte dizerem "Merda! Não era para fechar esta!"?
Bom, a vós talvez nunca tenha acontecido, a mim está sempre a acontecer... é por isso que adoro o Google Chrome! Se fechei um separador (ou uma janela) que não queria ter fechado, basta abrir um novo separador. Por defeito aparecem, além de outras coisas úteis, a lista dos separadores que fechei recentemente. Com a grande vantagem de manter o histórico de navegação. Ou seja, posso re-abrir uma página e carregar no back para voltar ao sítio onde estava antes...
É por estas e por outras que sou fan dos produtos Google! (além do Chrome e do Blogger, uso o Gmail, iGoogle, Youtube, Google Docs, Google Calendar, Google Maps, Google Analytics, Google Images, Google Desktop, Google Groups e, claro, o próprio Google!)
Bom, a vós talvez nunca tenha acontecido, a mim está sempre a acontecer... é por isso que adoro o Google Chrome! Se fechei um separador (ou uma janela) que não queria ter fechado, basta abrir um novo separador. Por defeito aparecem, além de outras coisas úteis, a lista dos separadores que fechei recentemente. Com a grande vantagem de manter o histórico de navegação. Ou seja, posso re-abrir uma página e carregar no back para voltar ao sítio onde estava antes...
É por estas e por outras que sou fan dos produtos Google! (além do Chrome e do Blogger, uso o Gmail, iGoogle, Youtube, Google Docs, Google Calendar, Google Maps, Google Analytics, Google Images, Google Desktop, Google Groups e, claro, o próprio Google!)
Subscrever:
Mensagens (Atom)


