Leiam o último parágrafo desta notícia (obrigado Gonçalo).
Bom truque, não?
31 março 2006
É hoje
Que começam as finais das XXIV Olimpíadas Portuguesas de Matemática. Aaaaaaaaaaah, as saudades...
Finlandeses. Não há nada a fazer...
Ontem fui ver um concerto (obrigadinho pela sugestão, Tecas) de música underground finlandesa. Algo experimentalista. E foi, de facto, uma experiência. Uma experiência a não esquecer.
Às páginas tantas a Tecas (que também foi, era só o que faltava!) disse que preferia ir a Fátima a pé a estar ali a ouvir aquela... coisa? Gostei da imagem, era adequada! Ir a Fátima a pé à chuva, sem comida nem água não pode ser pior.
Vou tentar descrever o que vi, para que percebam o meu sofrimento. Havia pessoas, cujas cordas vocais emitiam sons. São sons difíceis de definir, mas definitivamente havia sons. Havia também instrumentos, nomeadamente, um coelho da Duracell que fazia a percussão. Ainda bem que o coelho lá estava, pelo menos o ritmo estava certo. O coelho era o único que sabia tocar. Penso que o carácter experimentalista se notava no facto de eles ainda estarem todos à experiência.
O ponto alto da noite foram dois gajos que resolveram fazer uma "dança" para invocar xamãs ou lá o que era. Basicamente, pareciam uma mistura entre o DiCaprio no Titanic e meditação transcendental. E ficaram naquilo durante uns bons 15 minutos ou mais. Digo-vos que se eu fosse xamã fugia a sete pés!
Há tempos falaram-me numa performance de um gajo qualquer alemão ou lá o que é, que consistia em andar numa sala com um coelho morto (por ele) ao colo e ia explicando arte ao coelho. O plano inicial era ele matar o coelho durante a performance, para gáudio dos presentes, mas não foi possível. Quando me falaram nesta performance eu disse "Eh pá, é pena, nesse dia não vou poder ir. Tenho de ir fazer a depilação às orelhas, já tá marcado há imenso tempo e aquilo tem uma lista de espera que parece uma consulta às cataratas no Hospital Amadora-Sintra". E não fui. Fiquei contente comigo mesmo por não ter ido ver um gajo a passear numa galeria com um coelho morto ao colo. Mas ontem fui ver um... errr... concerto? de experimentalistas finlandeses que envolvia esgares de dor dos "artistas" e esgares de horror dos espectadores. Preferia ter ido ver o coelho morto.
Não sei que substâncias andavam na corrente sanguínea daquela gente, mas de certeza que não eram legais. Eu tenho um palpite: envolvia doses industriais de opiáceos e algumas substâncias alucinogéneas sintéticas. E provavelmente, derivados do petróleo. Mas o que se pode esperar de um país que quase não apanha sol e que acha que as suas exportações mais importantes são Vodka e o Pai Natal?
Perdi todo o respeito pela Finlândia, vou fazer uma petição para expulsar a Finlândia da União Europeia. Ou então que me paguem os 7,5 Euros do bilhete! Nem quando paguei 30 euros por uma T-Shirt do Rock in Rio me senti tão roubado! Nem quando paguei 90 euros (ontem) no IST por um diploma de conclusão da parte escolar do mestrado que era uma folha A4 ranhosa em papel normal me senti tão violado.
Se acham que os judeus são um povo valente, que passou 40 anos no deserto e mais não sei o quê, haviam de ter visto o concerto. Preferia andar 40 anos no deserto a pé. A sensação de arrancar as unhas do pé a sangue frio não iguala o puro terror que senti ontem. Ok, agora exagerei um bocado. Pois... é sempre assim, não sei quando devo parar!
Às páginas tantas a Tecas (que também foi, era só o que faltava!) disse que preferia ir a Fátima a pé a estar ali a ouvir aquela... coisa? Gostei da imagem, era adequada! Ir a Fátima a pé à chuva, sem comida nem água não pode ser pior.
Vou tentar descrever o que vi, para que percebam o meu sofrimento. Havia pessoas, cujas cordas vocais emitiam sons. São sons difíceis de definir, mas definitivamente havia sons. Havia também instrumentos, nomeadamente, um coelho da Duracell que fazia a percussão. Ainda bem que o coelho lá estava, pelo menos o ritmo estava certo. O coelho era o único que sabia tocar. Penso que o carácter experimentalista se notava no facto de eles ainda estarem todos à experiência.
O ponto alto da noite foram dois gajos que resolveram fazer uma "dança" para invocar xamãs ou lá o que era. Basicamente, pareciam uma mistura entre o DiCaprio no Titanic e meditação transcendental. E ficaram naquilo durante uns bons 15 minutos ou mais. Digo-vos que se eu fosse xamã fugia a sete pés!
Há tempos falaram-me numa performance de um gajo qualquer alemão ou lá o que é, que consistia em andar numa sala com um coelho morto (por ele) ao colo e ia explicando arte ao coelho. O plano inicial era ele matar o coelho durante a performance, para gáudio dos presentes, mas não foi possível. Quando me falaram nesta performance eu disse "Eh pá, é pena, nesse dia não vou poder ir. Tenho de ir fazer a depilação às orelhas, já tá marcado há imenso tempo e aquilo tem uma lista de espera que parece uma consulta às cataratas no Hospital Amadora-Sintra". E não fui. Fiquei contente comigo mesmo por não ter ido ver um gajo a passear numa galeria com um coelho morto ao colo. Mas ontem fui ver um... errr... concerto? de experimentalistas finlandeses que envolvia esgares de dor dos "artistas" e esgares de horror dos espectadores. Preferia ter ido ver o coelho morto.
Não sei que substâncias andavam na corrente sanguínea daquela gente, mas de certeza que não eram legais. Eu tenho um palpite: envolvia doses industriais de opiáceos e algumas substâncias alucinogéneas sintéticas. E provavelmente, derivados do petróleo. Mas o que se pode esperar de um país que quase não apanha sol e que acha que as suas exportações mais importantes são Vodka e o Pai Natal?
Perdi todo o respeito pela Finlândia, vou fazer uma petição para expulsar a Finlândia da União Europeia. Ou então que me paguem os 7,5 Euros do bilhete! Nem quando paguei 30 euros por uma T-Shirt do Rock in Rio me senti tão roubado! Nem quando paguei 90 euros (ontem) no IST por um diploma de conclusão da parte escolar do mestrado que era uma folha A4 ranhosa em papel normal me senti tão violado.
Se acham que os judeus são um povo valente, que passou 40 anos no deserto e mais não sei o quê, haviam de ter visto o concerto. Preferia andar 40 anos no deserto a pé. A sensação de arrancar as unhas do pé a sangue frio não iguala o puro terror que senti ontem. Ok, agora exagerei um bocado. Pois... é sempre assim, não sei quando devo parar!
30 março 2006
O drama, o horror...
Choque. Foi isto que senti. Choque. Uma reacção visceral incontrolável, uma sensação de pânico, um temor irracional...
Continuo chocado. Nem consigo pensar nisto... Porquê, eu só consigo perguntar porquê? Porquê eu, porque não outro??? Isto não é justo!!! Não é!
Bem, já estou mais aliviado. Este paleio todo veio a propósito do quê? Lembram-se do meu post sobre o cartão do cidadão? Pois é... o Google tem uma forma estranha de catalogar documentos. E por isso, o meu blog aparece em terceiro lugar quando se pesquisa isto. O drama, o horror...
Continuo chocado. Nem consigo pensar nisto... Porquê, eu só consigo perguntar porquê? Porquê eu, porque não outro??? Isto não é justo!!! Não é!
Bem, já estou mais aliviado. Este paleio todo veio a propósito do quê? Lembram-se do meu post sobre o cartão do cidadão? Pois é... o Google tem uma forma estranha de catalogar documentos. E por isso, o meu blog aparece em terceiro lugar quando se pesquisa isto. O drama, o horror...
Cabelo à foda-se
(finalmente consegui escrever "foda-se" no blog!)
Vê-se por aí muita gente com cabelo à foda-se. Ouço falar em cabelo à foda-se há imenso tempo, mas nunca pensei a sério no significado desta expressão.
Sempre pensei que o cabelo à foda-se fosse aquele corte de cabelo que se eu me visse ao espelho com um corte daqueles só conseguia dizer "Foda-se!". Mas não! Explicaram-me a teoria (obrigado Lília!) e eu já percebi!
O corte à foda-se é aquele corte com uma franja grande ao ponto de tapar parcialmente um olho (tipo cão de água, mas só num olho). Vai daí, o beto (espécie que frequentemente manifesta este tipo de deformação capilar), tem a cabeça sempre ligeiramente torta, por causa do peso da franja e para conseguir olhar em frente sem o cabelo a estorvar. Além dos óbvios problemas de coluna (e eventual estrabismo) que estes cortes possam provocar no longo prazo, sempre que o beto sente a visão limitada pelo cabelo tem de fazer um jeito com a cabeça para afastar a franja dos olhos. E é esta a origem do nome do corte: sempre que o beto faz o tal trejeito, ocorre-lhe "foda-se, lá tá o cabelo outra vez a estorvar". "Corte à foda-se" é a abreviatura disto.
Vê-se por aí muita gente com cabelo à foda-se. Ouço falar em cabelo à foda-se há imenso tempo, mas nunca pensei a sério no significado desta expressão.
Sempre pensei que o cabelo à foda-se fosse aquele corte de cabelo que se eu me visse ao espelho com um corte daqueles só conseguia dizer "Foda-se!". Mas não! Explicaram-me a teoria (obrigado Lília!) e eu já percebi!
O corte à foda-se é aquele corte com uma franja grande ao ponto de tapar parcialmente um olho (tipo cão de água, mas só num olho). Vai daí, o beto (espécie que frequentemente manifesta este tipo de deformação capilar), tem a cabeça sempre ligeiramente torta, por causa do peso da franja e para conseguir olhar em frente sem o cabelo a estorvar. Além dos óbvios problemas de coluna (e eventual estrabismo) que estes cortes possam provocar no longo prazo, sempre que o beto sente a visão limitada pelo cabelo tem de fazer um jeito com a cabeça para afastar a franja dos olhos. E é esta a origem do nome do corte: sempre que o beto faz o tal trejeito, ocorre-lhe "foda-se, lá tá o cabelo outra vez a estorvar". "Corte à foda-se" é a abreviatura disto.
Sondagem da semana
Prontos, já lá está.
Sobre a anterior: os resultados estão aqui. Para quem não sabe da história (pelos vistos a maioria das pessoas não sabe): Enquanto Presidente da Câmara de Lisboa, Pedro Santana Lopes achou que devia ter uma viatura oficial. Tal como também achou que devia ter uma residência oficial e para o efeito usou um palacete em Monsanto. Vai daí, a Câmara comprou um Audi A8 com motor demasiado grande e demasiados cavalos (era qualquer coisa como um 4 litros V8 a gasolina), vidros blindados e tudo! É brinquedo para 120 mil euros. Ora bem, PSL já não é Presidente da CML. E então, o Carmona achou melhor pôr o mamarracho em hasta pública. Com uma base de licitação de 80 mil euros (acho estranho que ter sido carro oficial de PSL desvalorize o carro em vez de o valorizar... imaginem só quem deverá ter estado em trajes menores naquele banco de trás!). Só que ninguém pegou no carro, ninguém licitou. Vai daí, PSL, na sua infinita misericórdia e bondade, até se ofereceu para comprar o carro, pedindo inclusivé um empréstimo pessoal (!!!) para o pagar! Fabuloso!!!
Sobre a anterior: os resultados estão aqui. Para quem não sabe da história (pelos vistos a maioria das pessoas não sabe): Enquanto Presidente da Câmara de Lisboa, Pedro Santana Lopes achou que devia ter uma viatura oficial. Tal como também achou que devia ter uma residência oficial e para o efeito usou um palacete em Monsanto. Vai daí, a Câmara comprou um Audi A8 com motor demasiado grande e demasiados cavalos (era qualquer coisa como um 4 litros V8 a gasolina), vidros blindados e tudo! É brinquedo para 120 mil euros. Ora bem, PSL já não é Presidente da CML. E então, o Carmona achou melhor pôr o mamarracho em hasta pública. Com uma base de licitação de 80 mil euros (acho estranho que ter sido carro oficial de PSL desvalorize o carro em vez de o valorizar... imaginem só quem deverá ter estado em trajes menores naquele banco de trás!). Só que ninguém pegou no carro, ninguém licitou. Vai daí, PSL, na sua infinita misericórdia e bondade, até se ofereceu para comprar o carro, pedindo inclusivé um empréstimo pessoal (!!!) para o pagar! Fabuloso!!!
O segredo da felicidade
Andam por aí uns cartazes que dizem "Há um segredo que há 10 anos que deixa toda a gente feliz". Quando li aquilo fiquei intrigado: para já, a malta não tem andado assim tão feliz nos últimos anos, pois não? Eu não dei por nada. Além disso, se alguém conhece o verdadeiro segredo da felicidade, não me parece que o vão revelar. E é de mau gosto andar a dizer que conhecem o segredo da felicidade e não o dizer a ninguém!
29 março 2006
Bah!
Eh pá! Se nem conseguimos ganhar ao Barça em casa, como é que podemos ambicionar ganhar a Liga dos Campeões? Sinceramente... aquilo era jogo para dar 3 ou 4 secas! Pelo menos!!! Para a semana vai ser bonito. A menina já pode jogar, tamos lixados.
28 março 2006
Prognósticos
Prognósticos, só no fim do jogo. Mas tenho palpites (e muita fé)
O meu palpite para logo:
O meu palpite para logo:
- 1': início da partida
- 3': o Beto tenta pôr os dentes do Ronaldinho para dentro
- 4': Golo do Barcelona (Ronaldinho, livre de marcação, depois de deixar o Beto nas covas)
- 6': Deco marca um livre perigoso, a bola desvia no cabelo de Luisão e vai à trave
- 15': Balanço dos primeiros 15 minutos de jogo: tamos a levar uma coça
- 18': Beto desiste de apanhar Ronaldinho e pede ajuda ao Leo
- 21': Leo apanha Ronaldinho e Beto mete-lhe os dentes para dentro. Ronaldinho sai de maca sem incisivos e Beto sai de maca sem nós dos dedos.
- 30': Balanço do 2º quarto de hora: com o Barça sem Ronaldinho e o Benfica sem Beto o jogo está equilibrado.
- 35': Aproveitando uma desatenção do árbitro (Nuno Gomes procurava a sua bandelette com a ajuda de Simão), o Petit vai ter uma conversinha com o Deco e pergunta-lhe se ele quer ir ao Mundial ou não.
- 36': o Deco não ligou pevas ao Petit, pega na bola a meio campo, começa a construir um belo lance de ataque e é travado em falta pelo Petit. E o Petit volta a perguntar. Deco não responde
- 37': O Petit dá um toquezinho de nada no Deco e deixa-o lesionado por 6 meses. Na bancada Gilberto Madail tem um ataque cardíaco e Scolari telefona a Rui Costa. O árbitro ia mostrar cartão amarelo ao Petit mas depois pensou nos filhos pequenos.
- 38' Eto'o faz birra porque quando pega na bola os adeptos do Barcelona urram a imitar macacos. Até os adeptos do Benfica o aplaudem. Eto'o e Nuno Gomes resolvem trocar de camisolas e começar a jogar pelo lado contrário. Na bancada os presidentes fazem contas à vida e tentam fechar o negócio.
- 45': Intervalo. Nesta altura o Benfica, sem Beto nem Nuno Gomes começa a dar sinal de poder dar a volta ao jogo.
- 46': Golo de Eto'o. É o empate na Luz.
- 47': Ameaçado de morte pelos ex-companheiros e equipa e pelo Nuno Gomes, Eto'o é substituído por Mantorras.
- 50': Golo de Mantorras. Ninguém percebe muito bem como conseguiu marcar. No banco o médico do Barça pergunta ao médico do Benfica se tem aí radiografias do joelho do Mantorras para ver. Passam o resto do jogo a discutir os joelhos de Mantorras, Eusébio e João Pinto. Saem antes do fim da partida para ver a estátua do Pantera Negra
- 55': Golo de Simão. Ele não queria marcar, mas tava a ser perseguido por um defesa do Barça e chutou para onde estava virado. Num capricho do destino, a bola bate no joelho de Mantorras que estava em fora-de-jogo e entrou.
- 57': Rijkard amua. Koeman vai ter com ele e em memória dos bons velhos tempos oferece-lhe emprego como adjunto.
- 58': Sem Deco, sem Ronaldinho, sem Eto'o, sem treinador, os jogadores do Barça perdem a cabeça e até começam a tentar fazer faltas feias sobre Petit.
- 75': Faltam 15 minutos e o Benfica ganha por 3-1. Resultado magro, dado o avassalador domínio de Petit sobre o instinto de sobrevivência dos jogadores do Barça. Na Catalunha pedem a Madrid para invadir Lisboa.
- 90': já no período de descontos Beto re-entra em campo para marcar um golo com a mão, em posição irregular em lance precedido de falta. Resultado final: Benfica 4, Barcelona 1.
Afinal...
Afinal parece que o fim do mundo como o conhecemos não está iminente. Encontrei duas meias desemparelhadas cá em casa!
27 março 2006
Carta do Diário de Maria
Estou muito preocupado. Hoje vi um grafitti que dizia "Morte aos ladrões" e eu tive um pequeno lapso Freudiano e li "Morte aos lagartos". Serei tripeiro?
26 março 2006
Tou rico!!!! Ha, ha, ha!
Ah! Finalmente! Ao fim de não sei quantas semanas e p'raí uns 100 euros de investimento, jogar no Euro-milhões começou a compensar! Vou comprar um Porsche, volto já!
Errrr.... espera. Afinal, não tou assim tão rico. Quando recebi o mail fiquei logo empolgado, mas afinal só ganhei uns míseros 17 euros (3 números e 0 estrelas). Dá para comprar alguma coisa com 17 euros?
Bem, há que ver as coisas pelo lado positivo: a partir de agora é sempre a somar! É bom ver os meus investimentos a compensar!!!
Nota matemática
As probabilidades de ganhar cada prémio (se eu não me enganei nas contas) são as seguintes:
Já agora, tendo em conta o valor dos prémios em jogo a semana passada, qual era o retorno esperado do "investimento"? Querem mesmo saber? Ok, o retorno esperado é de 34%. Ou seja, em média, cada aposta de 2 euros pagaria 68 cêntimos. Bom investimento, não é?
É por estas e por outras que se diz que "O jogo é um imposto sobre a ignorância em matemática".
Errrr.... espera. Afinal, não tou assim tão rico. Quando recebi o mail fiquei logo empolgado, mas afinal só ganhei uns míseros 17 euros (3 números e 0 estrelas). Dá para comprar alguma coisa com 17 euros?
Bem, há que ver as coisas pelo lado positivo: a partir de agora é sempre a somar! É bom ver os meus investimentos a compensar!!!
Nota matemática
As probabilidades de ganhar cada prémio (se eu não me enganei nas contas) são as seguintes:
- 5 números e 2 estrelas: 1 para 76275360
- 5 números e 1 estrela: 1 para 5448240
- 5 números e 0 estrelas: 1 para 3632160
- 4 números e 2 estrelas: 1 para 339001,6
- 4 números e 1 estrela: 1 para 24214,4
- 4 números e 2 estrelas: 1 para 16142
- 3 números e 2 estrelas: 1 para 7704,6
- 3 números e 1 estrela: 1 para 550,3
- 2 números e 2 estrelas: 1 para 537,5
- 3 números e 0 estrelas: 1 para 366,9
- 1 número e 2 estrelas: 1 para 102,4
- 2 números e 1 estrela: 1 para 38,4
Já agora, tendo em conta o valor dos prémios em jogo a semana passada, qual era o retorno esperado do "investimento"? Querem mesmo saber? Ok, o retorno esperado é de 34%. Ou seja, em média, cada aposta de 2 euros pagaria 68 cêntimos. Bom investimento, não é?
É por estas e por outras que se diz que "O jogo é um imposto sobre a ignorância em matemática".
Meia-maratona de Lisboa
Vai começar não tarda nada a meia maratona de Lisboa. O garrafão da portagem tá mais cheio que numa segunda feira de manhã.
Eu gostava de participar, mas ouvi dizer que é preciso correr, ou lá o que é. Pfffff...
Reparei que o José Sócrates, Primeiro-Ministro de Portugal vai participar na mini-maratona de 7km. Estava com o Presidente da República, Jorge Sampaio, ... errr... com o ex-Presidente da República, Jorge Sampaio, e com mais uns quantos atletas de domingo de manhã, a falar para a RTP, sem grandes aparatos, sem grande segurança. Imaginem se fosse o George W. Bush a participar numa maratona destas! Só o perímetro de segurança era capaz de ocupar o tabuleiro todo!
Eu gostava de participar, mas ouvi dizer que é preciso correr, ou lá o que é. Pfffff...
Reparei que o José Sócrates, Primeiro-Ministro de Portugal vai participar na mini-maratona de 7km. Estava com o Presidente da República, Jorge Sampaio, ... errr... com o ex-Presidente da República, Jorge Sampaio, e com mais uns quantos atletas de domingo de manhã, a falar para a RTP, sem grandes aparatos, sem grande segurança. Imaginem se fosse o George W. Bush a participar numa maratona destas! Só o perímetro de segurança era capaz de ocupar o tabuleiro todo!
24 março 2006
Diálogo com um centro de assistência
Isto não é bem um diálogo. A coisa arrasta-se há mais de um mês.
Situação: um computador portátil com menos de 2 anos, de uma marca de referência, cujo nome não vou dizer para não fazer publicidade (mas posso dizer que começa com 'H' e termina em 'P', ou se preferirem, começa com 'H', termina em 'd' e no meio tem as letras 'ewlett-Packar'), que não carrega a bateria. Há um mau contacto qualquer no circuito de alimentação e depois, claro, a bateria gasta-se e o portátil vai abaixo.
Ligo para o suporte técnico e dizem-me que vão mandar um transformador para testar se o problema é do transformador ou se é no interior do chassis. Espero duas semanas e nada. Volto a ligar. Dizem-me que se deve ter extraviado, vão enviar de novo. Espero mais 2 semanas e nada. Volto a ligar. Pergunto que mais opções é que tenho. E eis a lista de opções:
Os resultados:
E não terei mais opções? Claro que tenho, tenho o nº de fax do departamento de reclamações. É o meu próximo passo. Isso e esperar que o transformador universal da marca começada por 'T', terminada em 's' e com as letras 'argu' no meio funcione! Esse parece que existe na loja começada por 'C' e terminada em '7'.
Ou então, esperar que à terceira seja mesmo de vez e que a merda do transformador chegue ao destino! E o mais certo é isto tudo ser culpa de um transportador, cujo nome não vou referir, mas que começa em 'C', acaba em 's' e no meio tem as letras 'orreio'!
Não fosse eu ter acordado com uma particular boa-disposição e já estarmos na Primavera e eu até ficava chateado. O suporte ao cliente fala, fala, fala e não os vejo a fazer nada. E depois fico chateado, pois claro que fico chateado.
(oops... acho que acabei de plagiar um sketch do Gato Fedorento. Azar.)
Mais marcas com as quais mantenho boas relações (boas, no sentido de contactos telefónicos muito frequentes com os respectivos departamentos de suporte, reclamações, gestores de conta e afins):
Há mais uns quantos mas estes são os mais significativos (a título pessoal partilho de alguns dos mesmos "ódios de estimação" e ainda acrescento um determinado operador de televisão por cabo detido pela referida operadora de telecomunicações fixas vítima da OPA do determinado grupo económico referidos acima).
Situação: um computador portátil com menos de 2 anos, de uma marca de referência, cujo nome não vou dizer para não fazer publicidade (mas posso dizer que começa com 'H' e termina em 'P', ou se preferirem, começa com 'H', termina em 'd' e no meio tem as letras 'ewlett-Packar'), que não carrega a bateria. Há um mau contacto qualquer no circuito de alimentação e depois, claro, a bateria gasta-se e o portátil vai abaixo.
Ligo para o suporte técnico e dizem-me que vão mandar um transformador para testar se o problema é do transformador ou se é no interior do chassis. Espero duas semanas e nada. Volto a ligar. Dizem-me que se deve ter extraviado, vão enviar de novo. Espero mais 2 semanas e nada. Volto a ligar. Pergunto que mais opções é que tenho. E eis a lista de opções:
- Ir ao local de compra (foi comprado pela net, mas tentei as lojas da mesma cadeia, cujo nome também não vou referir, mas começa em 'S' e acaba em 'e' e no meio tem as letras 'tapples-Office Centr') perguntar se não terão em stock um portátil igual ou parecido que eu possa usar para experimentar.
- Tentar um centro de assistência autorizado da referida marca
- Esperar pelo envio do transformador (que será enviado, pela terceira vez)
Os resultados:
- Na loja da mesma rede do local de compra dizem-me que não têm nenhum parecido em stock
- Tento outra loja (à qual não comprei o portátil, mas sou cliente e vizinho deles há bastante tempo e perguntei se me podiam desenrascar), começada em 'C', terminada em '7' e com as letras 'hip' no meio; também não têm nada.
- Tento os vários centros autorizados. Pelos vistos não estão autorizados a reparar os portáteis.
- Volto a ligar para o suporte ao cliente. Pois, sendo assim, tenho de esperar pelo 3º envio do raio do transformador.
E não terei mais opções? Claro que tenho, tenho o nº de fax do departamento de reclamações. É o meu próximo passo. Isso e esperar que o transformador universal da marca começada por 'T', terminada em 's' e com as letras 'argu' no meio funcione! Esse parece que existe na loja começada por 'C' e terminada em '7'.
Ou então, esperar que à terceira seja mesmo de vez e que a merda do transformador chegue ao destino! E o mais certo é isto tudo ser culpa de um transportador, cujo nome não vou referir, mas que começa em 'C', acaba em 's' e no meio tem as letras 'orreio'!
Não fosse eu ter acordado com uma particular boa-disposição e já estarmos na Primavera e eu até ficava chateado. O suporte ao cliente fala, fala, fala e não os vejo a fazer nada. E depois fico chateado, pois claro que fico chateado.
(oops... acho que acabei de plagiar um sketch do Gato Fedorento. Azar.)
Mais marcas com as quais mantenho boas relações (boas, no sentido de contactos telefónicos muito frequentes com os respectivos departamentos de suporte, reclamações, gestores de conta e afins):
- Uma determinada operadora de telecomunicações fixas recentemente vítima de uma OPA hostil de um determinado grupo económico
- Uma determinada operadora de telecomunicações móvel do mesmo grupo da determinada operadora de telecomunicações fixas citada acima
- Uma determinada operadora de telecomunicações fixas detida pelo determinado grupo económico citado no primeiro ponto
- Uma determinada empresa de software que vende um determinado programa de facturação. (este não vou citar mesmo, tenho um bocado de vergonha de adimitir que usamos
o Infologia... o tal software. Oops, merda, já disse)
Há mais uns quantos mas estes são os mais significativos (a título pessoal partilho de alguns dos mesmos "ódios de estimação" e ainda acrescento um determinado operador de televisão por cabo detido pela referida operadora de telecomunicações fixas vítima da OPA do determinado grupo económico referidos acima).
Seat Alhambra
A carrinha Seat Alhambra é anunciada pela SEAT como uma carrinha para famílias desportivas. E entre as suas espectaculares (e muito desportivas) características salientam os seus 7 lugares. Será que fazer filhos até encher a carrinha (eventualmente usando os vários e versáteis bancos da carrinha para o processo de fabrico) é desporto?
Também falam do leitor de DVD. Das duas uma: ou ver filmes é desporto, ou estão a pensar num tipo específico de filmes, eventualmente para ganhar a inspiração para fazer mais filhos (acredito que depois de ter 4 putos birrentos a chatear a cabeça um casal precise de um empurrãozito para conseguir fazer mais um).
A única característica verdadeiramente desportiva que eles anunciam é o facto de pagar classe 1 nas portagens. Mas não sei se "ginástica orçamental" é modalidade olímpica.
Também falam do leitor de DVD. Das duas uma: ou ver filmes é desporto, ou estão a pensar num tipo específico de filmes, eventualmente para ganhar a inspiração para fazer mais filhos (acredito que depois de ter 4 putos birrentos a chatear a cabeça um casal precise de um empurrãozito para conseguir fazer mais um).
A única característica verdadeiramente desportiva que eles anunciam é o facto de pagar classe 1 nas portagens. Mas não sei se "ginástica orçamental" é modalidade olímpica.
23 março 2006
Han?
Lê-se no site do FCP sobre o jogo de ontem: Maravilhoso. Perfeito. Sublime. Mágico. Fabuloso. E justo. Tremendamente justo, inequivocamente fascinante, inesquecível.
Eu não vi o jogo, mas tava com a ideia que tinham empatado. Afinal, depois de ler a notícia concluo que o FCP deve ter ganho, pelo menos 15-0.
Quinjajero, quinjajero!
Acho que nem no dia em que ganhámos à Inglaterra no Euro 2004 foram usados tantos adjectivos.
Eu não vi o jogo, mas tava com a ideia que tinham empatado. Afinal, depois de ler a notícia concluo que o FCP deve ter ganho, pelo menos 15-0.
Quinjajero, quinjajero!
Acho que nem no dia em que ganhámos à Inglaterra no Euro 2004 foram usados tantos adjectivos.
Diálogo com um funcionário privado
Toca o telefone:
Lado de lá: Olhe, eu precisava que me mandasse aquele documento por fax
Lado de cá: Um momento
Pergunta-se a outra pessoa: "Olha lá, já mandaste o fax para aqueles tipos?" Resposta: "Já, há 10 minutos!"
Lado de cá: Olhe, o fax já foi mandado.
Lado de lá: Ah, mandou para que número?
Lado de cá: Mandei para o 029. Porque o 069 não tava a responder.
Lado de lá: Ah! Podia mandar para o 069? (nota: já lhe tínhamos dito que o raio do documento já tinha sido enviado para o outro fax!
Lado de cá: Mas se o 069 não tá a responder, o mais certo é não conseguir, não é? Se calhar tá no outro fax.
Lado de lá: Ah, eu vou ver.
Ssom de passos; 4 segundos depois - sem exagero, 4 segundos:
Lado de lá: Olhe, já chegou.
Os dois faxes não estariam a mais de 4 metros um do outro!
Moral da história: Cansa mais levantar a peida para ir ao fax do lado buscar um documento que telefonar para o fornecedor a pedir para mandar o documento outra vez.
Viva a produtividade!!!
Lado de lá: Olhe, eu precisava que me mandasse aquele documento por fax
Lado de cá: Um momento
Pergunta-se a outra pessoa: "Olha lá, já mandaste o fax para aqueles tipos?" Resposta: "Já, há 10 minutos!"
Lado de cá: Olhe, o fax já foi mandado.
Lado de lá: Ah, mandou para que número?
Lado de cá: Mandei para o 029. Porque o 069 não tava a responder.
Lado de lá: Ah! Podia mandar para o 069? (nota: já lhe tínhamos dito que o raio do documento já tinha sido enviado para o outro fax!
Lado de cá: Mas se o 069 não tá a responder, o mais certo é não conseguir, não é? Se calhar tá no outro fax.
Lado de lá: Ah, eu vou ver.
Ssom de passos; 4 segundos depois - sem exagero, 4 segundos:
Lado de lá: Olhe, já chegou.
Os dois faxes não estariam a mais de 4 metros um do outro!
Moral da história: Cansa mais levantar a peida para ir ao fax do lado buscar um documento que telefonar para o fornecedor a pedir para mandar o documento outra vez.
Viva a produtividade!!!
Diálogo com um funcionário público
É típico. Telefono para uma escola e peço para falar com o prof. X. E o diálogo é qualquer coisa como isto:
Funcionário: Escola Y, boa tarde
Eu: Boa tarde, eu queria falar com o Prof. X, se faz favor
Funcionário: Ah, mas eu não sei onde ele está.
Eu: Então, podia procurar? (nesta altura penso: pois, eu é que devo saber!)
Funcionário: Olhe, eu não sei se ele estará a dar aula
Eu: Então podia confirmar no horário dele? (e penso: claro, eu é que sei se ele está em aulas ou não, eu tenho aqui um dossier com os horários de todos os professores, de todas as escolas)
Funcionário: Olhe, um momento, eu vou ver se ele está no gabinete.
Fico em espera, a ouvir música; Duas "Für Elise" depois...
Funcionário: Escola Y, boa tarde
Eu: Boa tarde, eu queria falar com o Prof. X, se faz favor.
Funcionário: Ah, mas eu não sei onde ele está
... a história repete-se.
Outro diálogo típico:
Funcionário: Escola Y, boa tarde
Eu: Boa tarde, queria falar com o Prof. X
Funcionário: olhe, eu não sei se ele tem aulas hoje.
Eu: Então podia ver?
Funcionário: Ah, pois, mas é que eu não tenho aqui os horários
Eu: Então, podia ir procurá-los, se faz favor, ou passar o telefone a alguém que saiba?
Depois deixam-me em espera, passam-me à secretaria, repete-se o diálogo, e dizem-me que não têm ali os horários dos professores, que na portaria é que têm, tão lá os horários todos! Passam-me novamente para a portaria e eu volto a falar com a mesma pessoa que me diz a mesma coisa. Depois:
Eu: Mas olhe, na secretaria disseram-me que você tem aí os horários todos
Funcionário: Ah, não sei. Um momento
Desta vez não fico em espera, e ouço a fulana a perguntar à funcionária que está a 3 metros de distância:
Funcionário: Oh fulana, tens aí os horários dos professores?
Fulana: Tão aí, na primeira gaveta
Funcionário: Ah, tá bem
De volta ao diálogo comigo
Funcionário: Ora... deixe cá ver... como se chama o professor?
Eu: Professor X (começo a ter pouca pachorra neste ponto)
Funcionário: Olhe, ele hoje não tem aulas. Mas eu já o vi cá hoje, deixe ver se ele está na sala de professores. (e eu penso: Se já o viu antes, porque não passou logo para a sala dos professores? Penso que é demasiado complicado para o pobre funcionário a quem não pagam para fazer esse tipo de recados. O seu trabalho é apenas atender o telefone, não é necessáriamente encetar conversas que façam sentido ou esclarecer quem, do outro lado, pretende esclarecimentos)
Fico em espera, volto a ouvir o "Für Elise". Passado um pouco atendem da sala de profesosres:
Professor: Sim?
Eu: Boa tarde, eu queria falar com o Prof. X.
Professor: Ó X! Tens aqui uma chamada pá!
E o Prof. X vem ao telefone. Depois de 20 minutos ao telefone, consigo falar 2 minutos com o homem, resolvo o que queria resolver e pronto. Isto é o que eu chamo eficiência!
Vou voltar a ligar para uma escola, para falar com a Prof. X. O funcionário não sabia onde ela estava (duh!) ficou de a procurar. Vamos a ver se já a encontrou... Já encontrou. Afinal, a Prof X tava na sala 5 a dar teste. Mas a pobre funcionária obviamente não sabe isso. Não dá para saber o horário a menos que efectivamente o procure, não é? Tou em espera (desta vez não ouço o "Für Elise"). Voltei à funcionária. Não encontrou a prof. Vai voltar a tentar para o mesmo sítio onde tentou há pouco e ninguém tinha atendido. E novamente, ninguém atendeu. Mas, milagre dos milagres... a professora apareceu mesmo ali à frente! Eficiência, meus senhores, eficiência!
Funcionário: Escola Y, boa tarde
Eu: Boa tarde, eu queria falar com o Prof. X, se faz favor
Funcionário: Ah, mas eu não sei onde ele está.
Eu: Então, podia procurar? (nesta altura penso: pois, eu é que devo saber!)
Funcionário: Olhe, eu não sei se ele estará a dar aula
Eu: Então podia confirmar no horário dele? (e penso: claro, eu é que sei se ele está em aulas ou não, eu tenho aqui um dossier com os horários de todos os professores, de todas as escolas)
Funcionário: Olhe, um momento, eu vou ver se ele está no gabinete.
Fico em espera, a ouvir música; Duas "Für Elise" depois...
Funcionário: Escola Y, boa tarde
Eu: Boa tarde, eu queria falar com o Prof. X, se faz favor.
Funcionário: Ah, mas eu não sei onde ele está
... a história repete-se.
Outro diálogo típico:
Funcionário: Escola Y, boa tarde
Eu: Boa tarde, queria falar com o Prof. X
Funcionário: olhe, eu não sei se ele tem aulas hoje.
Eu: Então podia ver?
Funcionário: Ah, pois, mas é que eu não tenho aqui os horários
Eu: Então, podia ir procurá-los, se faz favor, ou passar o telefone a alguém que saiba?
Depois deixam-me em espera, passam-me à secretaria, repete-se o diálogo, e dizem-me que não têm ali os horários dos professores, que na portaria é que têm, tão lá os horários todos! Passam-me novamente para a portaria e eu volto a falar com a mesma pessoa que me diz a mesma coisa. Depois:
Eu: Mas olhe, na secretaria disseram-me que você tem aí os horários todos
Funcionário: Ah, não sei. Um momento
Desta vez não fico em espera, e ouço a fulana a perguntar à funcionária que está a 3 metros de distância:
Funcionário: Oh fulana, tens aí os horários dos professores?
Fulana: Tão aí, na primeira gaveta
Funcionário: Ah, tá bem
De volta ao diálogo comigo
Funcionário: Ora... deixe cá ver... como se chama o professor?
Eu: Professor X (começo a ter pouca pachorra neste ponto)
Funcionário: Olhe, ele hoje não tem aulas. Mas eu já o vi cá hoje, deixe ver se ele está na sala de professores. (e eu penso: Se já o viu antes, porque não passou logo para a sala dos professores? Penso que é demasiado complicado para o pobre funcionário a quem não pagam para fazer esse tipo de recados. O seu trabalho é apenas atender o telefone, não é necessáriamente encetar conversas que façam sentido ou esclarecer quem, do outro lado, pretende esclarecimentos)
Fico em espera, volto a ouvir o "Für Elise". Passado um pouco atendem da sala de profesosres:
Professor: Sim?
Eu: Boa tarde, eu queria falar com o Prof. X.
Professor: Ó X! Tens aqui uma chamada pá!
E o Prof. X vem ao telefone. Depois de 20 minutos ao telefone, consigo falar 2 minutos com o homem, resolvo o que queria resolver e pronto. Isto é o que eu chamo eficiência!
Vou voltar a ligar para uma escola, para falar com a Prof. X. O funcionário não sabia onde ela estava (duh!) ficou de a procurar. Vamos a ver se já a encontrou... Já encontrou. Afinal, a Prof X tava na sala 5 a dar teste. Mas a pobre funcionária obviamente não sabe isso. Não dá para saber o horário a menos que efectivamente o procure, não é? Tou em espera (desta vez não ouço o "Für Elise"). Voltei à funcionária. Não encontrou a prof. Vai voltar a tentar para o mesmo sítio onde tentou há pouco e ninguém tinha atendido. E novamente, ninguém atendeu. Mas, milagre dos milagres... a professora apareceu mesmo ali à frente! Eficiência, meus senhores, eficiência!
Might as well face it, you're addicted to love
Olha... esta é boa! Tinha ouvido falar disto há uns tempos e resolvi investigar um pouquito.
Ao que parece as áreas do cérebro que estão activas quando alguém se apaixona são as mesmas que são activadas pelo... consumo de drogas! E são diferentes das áreas activas quando se sentem emoções fortes (medo, raiva, etc.).
E por isso, o prémio "Ó faxavor" para a molécula do dia vai para a oxitocina e a vasopressina. Vale a pena ler o artigo todo. Além de ter bastante informação curiosa, está bem escrito. :)
Mas há mais: mamíferos monogâmicos têm receptores de oxitocina, enquanto que os outros não têm. E a capacidade de permanecer fiel numa relação, ao que parece, tem a ver com a quantidade e distribuição destes receptores! Moral da história: o marido chega a casa, vê a mulher com o leiteiro e ela diz-lhe muito a correr "Querido, não é o que tás a pensar!!! A culpa não é minha, não tenho receptores de oxitocina no cérebro". Claro que com uma resposta destas ninguém pode ficar chateado, certo?
Ao que parece as áreas do cérebro que estão activas quando alguém se apaixona são as mesmas que são activadas pelo... consumo de drogas! E são diferentes das áreas activas quando se sentem emoções fortes (medo, raiva, etc.).
E por isso, o prémio "Ó faxavor" para a molécula do dia vai para a oxitocina e a vasopressina. Vale a pena ler o artigo todo. Além de ter bastante informação curiosa, está bem escrito. :)
Mas há mais: mamíferos monogâmicos têm receptores de oxitocina, enquanto que os outros não têm. E a capacidade de permanecer fiel numa relação, ao que parece, tem a ver com a quantidade e distribuição destes receptores! Moral da história: o marido chega a casa, vê a mulher com o leiteiro e ela diz-lhe muito a correr "Querido, não é o que tás a pensar!!! A culpa não é minha, não tenho receptores de oxitocina no cérebro". Claro que com uma resposta destas ninguém pode ficar chateado, certo?
Mais prognósticos
Prognóstico para o Benfica-Barcelona: acho que não vou conseguir ver o jogo em casa no écran gigante... houve uma avaria qualquer na antena, vê-se mal a RTP1! A semana passada só via a RTP1 (mal), a dois (pior) e não via nem SIC nem TVI (oh, alegria!). Agora consigo ver a RTP1 (mal) a dois e a SIC (bem) e a TVI (muito mal). Tou a pensar na questão TV Cabo. Será que sim, será que não? É possível para breve... quando sanear as minhas finanças. Acho que vou fazer como o Sporting. Não, não vou perder nos penalties, vou alienar património.
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